Criança leva veneno de rato à escola em Cuiabá
Por Luizão —

Sete crianças foram hospitalizadas após ingerir substância levada por uma colega à Escola Marechal Rondon; caso é investigado pela Polícia Civil.
Uma das sete crianças hospitalizadas nesta segunda-feira (10) teria levado quatro sachês de veneno de rato de casa, dentro de uma sacola branca, segundo a Polícia Civil. As vítimas, de aproximadamente 4 anos, foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro. O caso aconteceu na Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, em Cuiabá.
Segundo a Polícia Civil, o produto, de cor rosa e utilizado como veneno de rato, foi levado para a unidade de ensino por uma das crianças. Um dos quatro sachês estava aberto e os outros três permaneciam lacrados quando o material foi apreendido. Ao todo, sete crianças ingeriram a substância.
Atendimento às vítimas
Os alunos foram levados pela própria diretora da escola e por outros servidores até a UPA, onde receberam os primeiros cuidados e passaram por avaliação médica.
Conforme apurado, seis crianças estão estáveis, conscientes e sem sintomas. Elas foram encaminhadas ao Centro Médico Infantil (CMI), unidade de referência para atendimento pediátrico, onde permanecem em observação. As vítimas apresentaram apenas um pouco de mal-estar estomacal e foram medicadas.
Já a sétima criança, que levou a substância para a escola, apresentou quadro mais significativo, com sonolência e desorientação, mas está fora de perigo. Ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece sob acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.
Resposta da Prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que todas as medidas necessárias foram adotadas pelas equipes de Educação e Saúde desde a identificação da ocorrência. 'As crianças estão recebendo toda a assistência necessária e, neste momento, encontram-se fora de perigo', diz trecho da nota.
O material foi apreendido e encaminhado para as providências cabíveis. O caso é investigado pela Polícia Civil.