Fabio Garcia reafirma foco na reeleição à Câmara
Por Luizão —

Cotado como vice de Pivetta, deputado federal diz que hipótese não está descartada, mas prioridade segue sendo disputa a novo mandato federal.
O deputado federal Fabio Garcia (União) afirmou que sua prioridade é tentar se reeleger para mais um mandato na Câmara Federal. Cotado como um dos possíveis candidatos a vice-governador na chapa liderada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o parlamentar disse que, se for consultado, poderá avaliar a hipótese, mas que ela não existe neste momento.
Fabio também disse esperar que o partido saia amadurecido após a tensa disputa interna nas convenções, que terminou com o União Brasil chancelando apoio à reeleição de Pivetta.
Origem da especulação
A possibilidade de Fabio ser vice de Pivetta foi levantada pelo ex-governador e candidato homologado ao Senado, Mauro Mendes (União). A informação foi antecipada nesta quarta-feira (29) e confirmada nesta quinta-feira (30) pelo próprio Mauro. 'Essa conversa existiu sim. Eu acho que o Fabio é uma pessoa muito preparada. Já foi chefe da Casa Civil, deputado federal, tem bastante história política', disse Mendes.
Resposta de Fabio Garcia
Em resposta à possibilidade, Fabio afirmou que seu projeto político sempre esteve voltado para buscar a reeleição.
'Meu nome passou aqui na convenção como deputado federal e eu vou seguir firme nesse projeto. No momento que meu nome for colocado à mesa e isso for trazido pra mim, obviamente que eu sentarei com o grupo político e a gente vai analisar isso conjuntamente. Mas nesse momento, como foi confirmado hoje, eu sou candidato a deputado federal', afirmou.
Sobre a disputa interna
Na avaliação do deputado, passado o período da convenção é necessário que haja maturidade entre todos. Ele afirmou que a discussão sobre uma eventual 'traição' no apoio a Pivetta em detrimento da candidatura própria de Jayme Campos não se sustenta.
'A gente foi apoiado pelo Republicanos durante os oito anos passados e agora o União Brasil também pode apoiar o Republicanos. Eu não vejo isso como traição. Eu não vejo que, por exemplo, o Republicanos traiu o próprio partido quando decidiu apoiar o Mauro, nem o MDB, nem o PL', destacou, minutos antes de o União Brasil oficializar o resultado da convenção, que homologou o apoio a Pivetta.