Pivetta sinaliza nomes para novo secretariado

Por Luizão —

Otaviano Pivetta comenta a formação da equipe para a próxima gestão do Governo de Mato Grosso.
Otaviano Pivetta comenta a formação da equipe para a próxima gestão do Governo de Mato Grosso.

Governador reeleito avalia manter Laice Souza, Marcelo de Oliveira, Mauren Lazzaretti e Fábio Pimenta, enquanto prepara proposta de reforma administrativa.

O governador reeleito de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), começou a definir os nomes que poderão integrar o primeiro escalão de sua próxima gestão. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), ele afirmou que ainda não concluiu as escolhas, mas indicou possíveis permanências e retornos à equipe.

Entre os profissionais citados estão a secretária de Comunicação, Laice Souza, o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, e o servidor de carreira Fábio Pimenta, ex-secretário adjunto de Fazenda. Pivetta elogiou a reputação e a credibilidade dos quatro, sem confirmar formalmente as nomeações.

Retorno de Gallo e mudanças na estrutura

O governador também anunciou a intenção de trazer de volta o ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo. Segundo informação atribuída ao Blog do Romilson, uma possibilidade em avaliação seria ampliar suas atribuições na administração estadual. O desenho definitivo dessa função, porém, ainda não foi anunciado.

Já o ex-secretário de Educação Alan Porto, que disputou uma vaga na Assembleia Legislativa sem ser eleito, não deve retornar à equipe, conforme o relato apresentado pelo governador.

Um grupo de aproximadamente dez técnicos trabalha na elaboração de uma proposta para reduzir despesas e reorganizar a máquina pública. Pivetta disse esperar a apresentação do plano até o fim da próxima semana. Entre as prioridades mencionadas estão modernização de sistemas, simplificação de processos e revisão de gastos e estruturas administrativas.

Papel da vice-governadora eleita

A vice-governadora eleita, Gisela Simona (União Brasil), também deverá ter participação estratégica na articulação do governo. De acordo com Pivetta, ela poderá atuar na interlocução com a sociedade e outras instituições, sem que isso exija necessariamente a chefia de uma secretaria.

As definições sobre a composição do secretariado e o alcance da reforma administrativa ainda dependem da conclusão dos estudos técnicos e de decisões do governador.