Sinfra rebate críticas de Wellington: 'não tem o que mostrar'
Por Luizão —

Secretário de Infraestrutura disse que críticos do governo já estiveram no poder e não enfrentaram problemas como o VLT em Várzea Grande.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), Marcelo de Oliveira, rebateu críticas sobre atraso de obras executadas pelo Governo de Mato Grosso e afirmou que a gestão teve coragem de encarar problemas estruturais que se arrastavam por anos.
Oliveira não citou nomes, mas foi questionado sobre críticas feitas pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a convenção do partido, que o lançou como candidato ao Governo do Estado. No evento, Wellington contestou a versão do Governo de que o Ibama seria responsável pela demora na liberação da obra do túnel no Portão do Inferno, e atribuiu o atraso ao Estado.
A resposta do secretário
'Criticar é muito fácil, falar é muito fácil, tenha coragem, senta aqui e resolva o problema como esse Governo resolveu. Os outros, como não tem o que mostrar, criticam. Porque quando você critica muito é porque você não tem o que mostrar, e a gente tem o que mostrar', disse Oliveira à imprensa nesta quarta-feira (22).
Comparação com gestões anteriores
O secretário refutou os questionamentos sobre prazos e problemas pontuais, citando o volume de obras entregues pela atual gestão e afirmando que os críticos já estiveram no poder sem enfrentar gargalos históricos do Estado, como a obra do VLT.
'As pessoas que fazem esse tipo de críticas já passaram por aqui e não fizeram, não tiveram coragem de fazer o que esse governo Mauro Mendes e Otaviano Pivetta fez, que é a BR-163 e 174, fazer isso que está fazendo hoje em Várzea Grande, eles já passaram por aqui e não fizeram', afirmou.
'Esse governo fez desde o início, com a reforma administrativa, então tivemos peito e coragem suficiente para encararmos o problema e resolvemos. Quantos anos o VLT ficou aí, aquela ferida lá em Várzea Grande aberta? Aí é fácil chegar hoje e criticar que está com obra em atraso, mas por que não criticou quando ninguém fez nada?', encerrou Oliveira.